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agalma

talvez a emoção que menos estimule o poeta seja a alegria, tão breve e rara de sentir

talvez a emoção que menos estimule o poeta seja a alegria, tão breve e rara de sentir

Pedro Paixão, espécie de amor

Conta a história de uma amizade cúmplice, inteira, que durou três anos. Dois homens, em espelho, a afinarem dissonâncias várias com vontade e desejo postos mais além, na perfeita sintonia. De conduta e, sobretudo, intelectual.

A completa fusão não deveria ser desejada.

O autor justifica o afastamento com a ambivalência dos tempos modernos. Com detalhe. Reconhecemo-nos em muitos pensamentos e atitudes e o exagero extremo a que recorre também é saudável porque, por vezes, o torna risível, enquanto noutras é trágico.

Nesta tal ambivalência dos tempos modernos onde vemos de tudo, dominantemente feio, prudente e conveniente, falta-nos mais bondade, inocência, generosidade, alegria e outras tantas atitudes bonitas que também fazem parte da nossa natureza. 

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